quarta-feira, 17 de novembro de 2010
Maldito sol,
que derrete o sonho e consegue corroer o incorrosível. Maldita lua, cujo brilho ofusca o olhar e o cega. Maldito dia, maldita noite, que iludem, confundem, e aumentam a dor da espera, da lembrança e da saudade.
domingo, 14 de novembro de 2010
Respostas.
Levantar-se toda manhã e encontrar um mundo não compreendido ainda constitui-se como realidade para o ser humano. Não somos capazes de entender de onde veio o universo. Não entendemos que o muro que divide a crença da alienação é muito curto. Não amamos duas vezes a mesma pessoa, por que um raio não cai novamente no mesmo lugar. Não nos entregamos a coisas pequenas por que pensamos que temos sempre uma segunda chance, mas não há segunda chance pra o que foi perdido intencionalmente, não há uma nova oportunidade pra quem espera por ela.
“O que tiver de ser será” é o lema dos prepotentes, que não buscam aproveitar a vida com medo das conseqüências. Que conseqüências más virão para quem busca o bem, e erra, na intenção de acertar? O tempo não para, mesmo que você se parta em mil pedaços. O mundo não vai esperar que você reconstrua sua vida, não vai te dar uma nova chance pra aproveitar o que perdeste. Então valorize o que tens, sem medo de se machucar, mesmo sangrando, continue. Continue, por que a dor de não ter feito é maior e mais intensa do que a dor de fazer errado.
Ainda não estamos habituados com o mundo e não sabemos de quase nada. Não somos capazes de diferenciar o certo do errado por que não há nenhuma lei capaz de defini-los. Não sabemos se chorar é o correto a fazer quando estamos em apuros. Por que nos encontramos no mundo? Qual a nossa finalidade nesse desconhecido? Não há filosofo, escritor ou matemático com o poder de traduzir a vida e simplificá-la. Só nós mesmos somos capazes de resumi-la a nossa forma e nosso desejo, por que nós escrevemos as regras do jogo. Ditamos as leis a agimos conforme desejarmos, e apenas o futuro se encarregará de punir-nos ou não.
Nascer é muito longo, é comprido, e passamos a vida inteira nessa fase, descobrindo o porquê de vivermos. Só na morte, carregando o cálice da esperança e sabedoria, o nosso espírito é capaz de evoluir, para outro plano, que nós, seres humanos, de vaga existência, desconhecemos.
Ana Victória.
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Daniel Donato,
Uma grande amizade demora tempos para ser construída. É como se fosse um edifícil, cada dia aumentamos um patamar. Dizem que amigos verdadeiros só surgem depois de anos de convivência. Mas você conseguiu derrubar essa hipótese quando entrou na minha e me mostrou que o tempo não significa nada diante de um sentimento que existe entre duas pessoas. Um amor de irmão. São poucos meses, mas um laço tão forte, construído por meio de conversas, abraços, brigas, conselhos, risos... e não medido em dias, meses, anos. Uma amizade tão pura, sincera, verdadeira. Que força nenhuma consegue destruir. Eu dependo de você, as suas brincadeiras me fazem feliz, nossas conversas me ajudam nos momentos mais difíceis. Eu conto contigo pra tudo. E estarei do seu lado eternamente, nunca vou lhe deixar. Alguns quilômetros de distância não são capazes de separar tão bela união. Tudo que já vivemos juntos supera qualquer impedimento. Todos os momentos foram tão mágicos, nunca serão esquecidos. Eu te considero mais que amigo, companheiro, colega, eu te considero um irmão, não de sangue, mas de coração. E laços fraternos como os nossos são mais importante do que qualquer outra coisa. Eu amo você, Dan, pra sempre! s2
Cansei de lamentar...
... tudo o que passou. Cansei de esperar que o ficou para trás volte à tona. Cansei de chorar por alguém que já me fez mal. Não vou esperar um pedido de perdão, por que eu sei que ele não chegará. Cansei de me iludir com as pessoas, de sonhar com o futuro, e esperar que as coisas aconteçam do meu jeito. Não vou mais fazer planos, nem relembrar o que eu vivi, e nostalgicamente chorar de saudades. Eu cansei de me surpreender, magoar e ser magoada. Não suporto mais o jeito irônico com o qual costumam falar comigo, não aceito calada as palavras que me ferem profundamente. Não sou mais a mesma pessoa que fui a um segundo atrás. Não perdoou fácil, não suporto traições, seja quem for que as comete, o cheiro da falsidade me embrulha o estômago. O ar de superioridade me dá náuseas. O apego às coisas materiais me incomoda. O tom cínico com o qual falam alguns seres me leva à ira. Não abaixo a cabeça diante de uma ofensa, como costumava fazer antes. Não tenho mais aquele jeito meigo de conquistar as pessoas. A perversidade me fascina. Me alucina. E me deixa cada dia mais encantada com o prazer de fazer o mal.
- Pra Daniel Donato, ele entende s2
segunda-feira, 8 de novembro de 2010
Gabriel Silveira,
o que nós passamos juntos não foram oito horas, oito dias, foram oito anos. Todo esse tempo não é brincadeira. Representam uma vida inteira de convivência, que gera dependência, que gera uma amizade tão forte como aço, que força nenhuma é capaz de romper. Um sentimento tão sincero, verdadeiro. Um amor tão lindo de amigo, parceiro, companheiro, e acima de tudo irmão. Uma irmandade que vem de dentro de nós. Os laços sanguíneos não representam nada diante da imensidão que é o nosso sentimento. Tudo o que vivemos juntos ficará guardado eternamente em mim. Cada lembrança é tão forte, que distância nenhuma será capaz de apagar. Eu te juro que seremos amigos para sempre, mesmo que o pra sempre um dia termine. Eu não vou esquecer de você jamais, por que uma amizade verdadeira como a nossa não se deixa de lado, e nem se perde. Conte comigo para absolutamente tudo. Eu estarei do seu lado. Obrigada, amor meu, eu te amo muito, de verdade, e sem exagero ♥
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
era como se fosse um vidro,
você quebrou-o em mil pedaços. E eu definitivamente não vou juntar as peças para lhe entregar de novo, por que você irá destruí-lo novamente. Se quiser, recolha os cacos sozinho, talvez eu te ajude a colá-los e reconstruir o que foi partido.
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