sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Sou pássaro de fogo,
que canta ao teu ouvido. Vou ganhar esse jogo, te amando feito um louco. Quero teu amor bandido ♪
quarta-feira, 15 de setembro de 2010
sábado, 11 de setembro de 2010
Ser livre
Poder gritar sem medo de ser ouvido. Falar sobre o que acredita. Demonstrar o que sente. Representar suas idéias. Mostrar para o mundo a verdade. Criticar e não ser punido. Elogiar e ser aplaudido. SER LIVRE.
Liberdade tem apenas 9 letras, está sempre presente em notícias, jornais, reportagens, revistas. Tantas pessoas a citam, mas na maioria das vezes, não tem noção do que significa. Não imaginam o quanto é importante e o quanto a perdemos a cada dia que se passa, a cada momento que se deixa para trás. Cada atitude, cada silêncio nos obriga a ir mais fundo à escuridão, ao fim de tudo, onde só existe a mentira, onde a realidade fica trancafiada em um beco sem saída.
Seremos donos do amanhã se estivermos juntos em busca das palavras, das frases e acima de tudo, das idéias. A ditadura escondida por detrás daqueles ternos pretos dos políticos não pode ser mais forte que a voz do povo. A liberdade de expressão nos dias de hoje é muito mais do que poder falar, é poder agir, opinar e decidir.
Mas ela está se perdendo. Em cada esquina, em cada rua de bancos, em cada nota verde entregue aqueles que não têm idéia de que a palavra tem valor incalculável, impossível de se vender, trocar ou emprestar. Ela não tem preço, ela não nos tira, ela nos dá. Dá o direito de ter direitos, e é nosso dever, conserva-la, preza-la como se valesse ouro, porque realmente ela vale.
É preciso dar fim, fim ao comércio de voto, fim a troca de favores, fim aos abusos dos mais necessitados, Fim da exploração. Não somos iguais, não temos olhos, cabelos, corpos e rostos iguais, mas em algo, somos idênticos. No valor, na moral, no caráter. É com ele que lutaremos por dias melhores, por dias de verdade, dias de liberdade.
Por: Ana Victória Boa Sorte
gente,
desde já aviso que todos os textos e todas as frases, com excessão das músicas, postadas nesse blog, são de minha autoria, então, por favor, se pegarem, coloquem os créditos. Andei visitando alguns blogs e vi as minhas frases, sem o meu nome embaixo ¬¬ então, por favor, se copiarem, AVISEM!
e quando eu escrevo,
o lápis se torna meu amigo, o papel, meu companheiro, e tudo ao meu redor desaparece. Por que as palavras formam minha essência, e os textos formam a minha vida.
Friiiiiiiiida Kahlo!
Uma grande mulher. Guerreira, capaz. Desafiando a sociedade repressora que vivia, mostrou que o poder feminino ia além de um sonho de casamento. A fibra que possuía para enfrentar seus medos e anseios, suas dificuldades, a fazia ir além das expectativas. Sua coragem a fez guerreira, a fez batalhadora, e a fez, acima de tudo, mulher.
Era bela, inteligente, não se deixava abater por nada. Nascida numa província mexicana, seu nome era Frida. Com seis anos de idade, foi constatado que possuía paralisia infantil. Mas não foi uma doença que a derrubou. Voltou a andar, a correr. Aos quinze anos, totalmente recuperada, estudando como qualquer outra adolescente, sofre um terrível acidente num ônibus escolar, uma trave de ferro introduz seu corpo, desde sua coluna até a região genital. Perde parte dos movimentos, passando cerca de dois anos imóvel. O seu único foco eram seus pés e, entediada pela imobilidade, começa a pintá-los como forma de diversão.
Aos 17 anos, os primeiros sinais de recuperação começam a aparecer. O gesso que envolvia seu corpo quase por completo é retirado. De cadeira de rodas, volta a pintar. Com o passar do tempo, Frida reencontra o prazer de andar, sentir o chão, e se torna uma pintora.
Ao procurar o apoio de artistas, revê um velho conhecido, Diego, também pintor. Envolvem-se emocionalmente, e enfim, se casam. Quando descobre que estava grávida, conta ao marido. No início da gravidez, tudo corre tranquilamente. Até que aparece ensangüentada, e sendo levada ao hospital, constata que perdeu o bebê.
Superada a crise, é informada de que sua mãe está prestes a falecer. Vai visitá-la, e depois, passa a viver próxima da família. Revê sua irmã, Cristina, e a convida para trabalhar como secretária do marido. Os dois se envolvem, mas Frida descobre tudo. Não aceita a traição e se separa.
Corta os cabelos, se torna alcoólatra, e partir dos momentos seguintes, começa a pintar telas surrealistas como forma de protesto e revolta. Por ser comunista, esconde um líder soviético, Trotski, e tem relações com mesmo.
Para interagir com o mundo artístico, viaja a Paris e ao se deitar com uma mulher, admite ser bissexual. De volta ao México, encontra seu marido, que lhe pede o divórcio. Dias depois, é presa por esconder um fugitivo, o líder comunista. Sua irmã a liberta, e Frida então a perdoa.
Quando se consulta com um médico, é decidido que deve amputar o pé e usar um aparelho capaz de diminuir as constantes dores na coluna, melhorando a postura. Depois de um tempo, a paralisia volta a afetá-la. Passa a viver como condenada. Vai até sua exposição de artes numa cama móvel.
Frida então se diz morta. Missão cumprida. Hora de partir. Como em seu pedido, morreu cremada. Uma grande heroína que o mundo jamais esquecerá. Uma batalhadora que colocou a mulher no auge da sociedade. Um nome que reluz como ouro nos museus mexicanos. Uma artista que chegou exatamente onde pretendia. Parabéns, Frida, você conseguiu.
Por: Ana Victória Boa Sorte
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
Sobe o som!
Dançando com a lua - Capital Inicial s2
Assinar:
Postagens (Atom)